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Jimin beijou uma criança com câncer no meio do show e o ARMY transformou isso em 128 milhões de wones

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Um beijo no rosto, dado no meio de um show de estádio, virou cerca de 128 milhões de wones para crianças em tratamento contra o câncer.

"Eu ganhei um beijo"

Em 15 de agosto, na parada da turnê ARIRANG do BTS em Arlington, no Texas, Jimin desceu do palco durante "Go Go". Ele viu na plateia uma criança com câncer infantil, se aproximou sorrindo, beijou o rosto dela e entregou um presente.

O que viralizou foi a reação da criança. "Eu ganhei um beijo", disse ela, ainda radiante. A Heroes for Children, organização americana que a levara ao show, publicou o vídeo, que passou de 5 milhões de visualizações em menos de 24 horas.

O ARMY transformou um momento em fundo

Foi então que o fandom se mexeu. Até a manhã de 25 de agosto, a arrecadação da organização tinha chegado a cerca de 93% da meta de 100 mil dólares, algo perto de 128 milhões de wones, quase tudo depois que o vídeo saiu.

A Heroes for Children existe para ajudar famílias com filhos em tratamento oncológico, e foi ela que levou essas crianças para ver o BTS. O ingresso do show veio primeiro. As doações voltaram no sentido contrário.

"Vocês são heróis para as crianças"

Jenny Lawson, cofundadora e diretora executiva da fundação, disse que a última semana a deixou profundamente emocionada com o amor vindo do BTS, do ARMY e da comunidade global.

"Vocês se tornaram parte da nossa comunidade que ajuda famílias com uma criança lutando contra o câncer", afirmou, acrescentando que nenhum agradecimento daria conta de tanta sinceridade, tanta paixão e tanta vontade de entender a missão. O fecho dela foi o mais simples: vocês estão fazendo diferença, e são heróis para as crianças.

A leitura: o fandom é o canal de distribuição

Comece pelo que de fato moveu o dinheiro. Não houve campanha anunciada, nem meta fixada para o ARMY, nem release de agência. Quem fez o trabalho foi um clipe de 15 segundos.

Isso importa comercialmente porque mostra onde o alcance mora hoje. Uma organização com lista de doadores modesta pegou emprestada uma audiência global por um dia e fechou quase todo um buraco de 100 mil dólares.

Também bate de frente com o jeito como parcerias sociais costumam ser montadas neste mercado: contrato primeiro, anúncio depois, campanha por último. Aqui a sequência inverteu, porque o gesto não era planejado e a estrutura chegou depois.

O ponto frágil é a repetição. Momentos assim não se agendam, então as organizações beneficiadas são as que já estão perto o bastante do artista para estar na sala quando um deles acontece.

A SEGUIR — Repare se a Heroes for Children eleva a meta acima dos 100 mil dólares, e se a turnê ARIRANG transforma esses assentos em programa fixo em vez de presente de uma noite.

Qual grupo você quer ver a seguir, e qual produto deveria vir junto? Conte nos comentários. A Fanista realiza.


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